Disciplinas da Área de Estudos Linguísticos
Análise do Discurso
Emenda: A constituição da Análise de Discurso no campo das ciências da linguagem. Rupturas e postulados da Análise de Discurso. As noções nucleares da Análise de Discurso (discurso, enunciação, interdiscurso, sujeito, acontecimento, sentido, memória). Princípios teórico-metodológicos e práticas de análise de discurso.
Bibliografia
ACHARD, P. O papel da memória. Campinas: Pontes, 1999.
BRANDÃO, H. H. N. Introdução à análise do discurso. Campinas: Ed. da Unicamp, 1997.
COURTINE, J. J. O discurso inatingível: marxismo e lingüística. Cadernos de tradução. Porto Alegre, n. 6, p. 5-18, abr./jun. 1999.
FOUCAULT, M. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.
FOUCAULT, M. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 2000.
PÊCHEUX, M. Análise automática do discurso. In: GADET, F; HAK, T. (orgs.). Por uma análise automática do discurso: uma introdução à obra de Michel Pêcheux. Campinas: Ed. da Unicamp, 1997.
PÊCHEUX, M. Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. Campinas: Editora da Unicamp, 1997.
PÊCHEUX, M. O discurso: estrutura ou acontecimento. Campinas: Pontes, 2002.
POSSENTI, Sírio. Os limites do discurso. Curitiba: Criar Edições, 2002.
PÊCHEUX, M. Teoria do discurso: um caso de múltiplas rupturas. In: MUSSALIM, F., BENTES, A. C. Introdução à linguística: fundamentos epistemológicos. São Paulo: Cortez, 2004, p. 353-392.
BENTES, A. C. Questões para analistas do discurso. São Paulo: Parábola, 2009.
MAINGUENEAU, D. O contexto da obra literária. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BENTES, A. C. Novas tendências em análise do discurso. Campinas: Pontes/Ed. da Unicamp, 1997.
BENTES, A. C. Gênese dos discursos. Curitiba: Criar Edições, 2005.
BENTES, A. C. Cenas da enunciação. Curitiba: Criar Edições, 2006.
BENTES, A. C. Doze conceitos em análise do discurso. São Paulo: Parábola, 2010.
Análise do Discurso Crítica
Emenda: Concepções acerca de ideologia e hegemonia. Estudo crítico da linguagem. Reflexões teóricas da Análise de Discurso Crítica (ADC) e AD de Linha Francesa. Conceito de discurso em Fairclough. Discurso e Prática Social. A interface da ADC com a Linguística Sistêmico-Funcional (LSF). Aspectos Metodológicos para a ADC.
Bibliografia
ALTHUSSER, L. Ideologia e aparelhos ideológicos do Estado. Portugal, Presença; Brasil, Martins Fontes, 1974.
BHASKAR, R. From Science to Emancipation. London: Sage Publication, 2002.
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BRANDÃO, H. N. Introdução à análise do discurso. Campinas: Editora UNICAMP. 1994.
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FAIRCLOUGH, N. Discurso e mudança social. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2001.
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JESUS, D. M. “Eu amo a língua portuguesa”!”: O discurso de usuários do Orkut”, Polifonia, V. 17, 239- 253, 2009.
JESUS, D. M. O desafio de ser professor em ambiente digital de aprendizagem: um olhar crítico, Linguasagem, V. 14, página 01 – 10, 2010.
JESUS, D. M. Constituição de práticas identitárias de professores de inglês em comunidades digitais. Cáceres: Revista ECO, 2011.
PAPA, S. M. de B. I. Prática pedagógica emancipatória: o professor reflexivo em processo de mudança. São Carlos: Pedro e João Editores, 2008.
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RESENDE, V. de M.; RAMALHO, V. Análise do discurso crítica. São Paulo: Contexto, 2006.
SANTOS, B. S. Renovar a teoria crítica e reinventar a emancipação social. São Paulo: Boitempo, 2007.
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TOURAINE, A. A busca de si. Diálogo sobre o sujeito. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.
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SIMIONATTO. I. Gramsci: Sua teoria, incidência no Brasil, influência no Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1999.
THOMPSON, J. B. Ideologia e cultura moderna: Teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis: Vozes, 1995.
MAGALHÃES, C. (org). Reflexões sobre a Análise Crítica do Discurso. Belo Horizonte: UFMG, 2001.
Crítica Textual
Emenda: Crítica textual: conceito e definições, delimitação, objeto e funções. O texto literário. As etapas do trabalho de crítica textual: as variantes, fixação do texto crítico: recensio: localização e coleta das variantes ou testemunhos, colação, estemática, emendatio etc. Apresentação do texto crítico para publicação: introdução; elementos substantivos: texto apurado e aparato crítico; elementos adjetivos: hermenêutica e exegese do texto e glossário; e índices e bibliografia.
Bibliografia
AUERBACH, E. Introdução aos estudos literários. São Paulo: Cultrix, 1972.
AZEVEDO FILHO, L. A. de. Iniciação em crítica textual. Rio de Janeiro, São Paulo: Presença; Edusp, 1987.
BLECUA, A. Manual de crítica textual. Madrid: Castalia, 1990.
CAMBRAIA, C. N. Introdução à crítica textual. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
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CASTRO, I. Editar Pessoa. Lisboa: Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1990.
DUARTE, L. F. A fábrica dos textos: ensaios de crítica textual acerca de Eça de Queiroz. Lisboa: Cosmos, 1993.
HOUAISS, A. Elementos de bibliologia. Rio de Janeiro: MEC/INL, 1967.
MEGALE, H. A demanda do Santo Graal: das origens ao códice português. Cotia: Ateliê, Fapesp, 2001.
SANTIAGO-ALMEIDA, M. M. Para uma nova edição crítica de Dom Casmurro. Caligrama, Belo Horizonte, vol. 15, 2010.
SANTIAGO-ALMEIDA, M. M. Os manuscritos e impressos antigos: a via filológica. In: Gil et alii. Modelos de análise linguística. São Paulo: Contexto, 2009, p. 223 234.
SPAGGIARI, B.; PERUGI, M. Fundamentos da crítica textual. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.
SPINA, S. Introdução à edótica: crítica textual. São Paulo: Cultrix, 1977.
Descrição e análise linguística
Emenda: Modelos de descrição e análise linguística. Discussão de teorias fonológicas, sintáticas e morfológicas e suas aplicações à análise do sistema linguístico. Problemas teóricos e práticos na descrição e análise de línguas naturais.
Bibliografia
BENVENISTE, E. Problemas de linguística geral 1. São Paulo: Pontes, 1989.
BISOL, L. (org.). Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. v. 1.
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CAGLIARI, L. C. Fonologia do Português: análise pela geometria de traços. Campinas: Edição do autor, 1998, v. 2.
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CALLOU, D.; LEITE, Y. Iniciação à Fonética e à Fonologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.1990.
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GIVÓN, T. A compreensão da gramática. São Paulo: Cortez, 2012.
GREENBERG, J. Language Universals: with special reference to Feature Hierarchies. Berlin: Mouton de Gruyter, 2005.
HALLIDAY, M. A. K. An introduction to functional grammar. Baltimore: Edward Arnold Publishers, 1985.
CAMARA Jr, M. Princípios de Linguística Geral. Rio de janeiro: Ao Livro Técnico, 1998.
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ALBANO, E. C. O gesto e suas bordas: esboço de fonologia acústico articulatória do português brasileiro. Campinas: Mercado de Letras, 2001.
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COSTA, J. Gramática, conflitos e violações: introdução à teoria da otimidade. Lisboa: Caminho, 2001.
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CRISTÓFARO-SILVA, T. Representações múltiplas e organização do componente linguístico. Fórum Linguístico. Florianópolis, v. 4, n.1, 2007.
GOLDSMITH, J. Autossegmental Phonology. Bloomington, IULC, 1976.
GIORGI, A.; PIANESI, F. Tense and Aspect: from Semantics to Morphosyntax. Oxford: Oxford University Press, 1987.
RAPOSO, K. P. Teoria da gramática: a faculdade da linguagem. Lisboa: Caminho, 1992.
Discurso e identidades
Emenda: Identidade como prática sociodiscursiva. A centralidade das construções discursivo-identitárias na constituição das alteridades, em especial daquelas socialmente minoritarizadas.
Bibliografia
BAUMAN, Z. Identidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
BUTLER, J. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
GIDDENS, A. Modernidade e identidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2002.
GOFFMAN, E. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. São Paulo: LTC, 1988.
HARMUCH, R. A.; SALEH, P. B. de O. (Orgs.) Identidade e subjetividade: configurações contemporâneas. Campinas: Mercado de Letras, 2012.
MOITA LOPES, L. P. da. Identidades fragmentadas: a construção discursiva de raça, gênero e sexualidade em sala de aula. Campinas: Mercado de Letras, 2002.
MOITA LOPES, L. P. da. Para além da identidade: fluxos, movimentos e trânsitos. Belo Horizonte: EdUFMG, 2010.
PINTO, J. P.; FABRÍCIO, B. F. (Orgs.) Exclusão social e microrresistências: a centralidade das práticas discursivo-identitárias. Goiânia: Cânone, 2013.
SALLUM JR., B.; SCHWARCZ, L. M.; VIDAL, D.; CATANI, A. (Orgs.). Identidades. São Paulo: Edusp, 2016.
SIGNORINI, I. (Org.). Língua(gem) e identidade: elementos para uma discussão no campo aplicado. Campinas: Mercado de Letras, 2006.
SILVA, T. T. da (Org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos Estudos Culturais. Petrópolis: Vozes, 2000.
Estágio Docência
Emenda: Aperfeiçoamento da formação de estudantes de pós-graduação para o exercício da docência em nível superior, mediante a realização de atividades desenvolvidas em disciplina de graduação sob a responsabilidade de um professor efetivo, supervisionadas pelo orientador e aprovadas pelo colegiado do programa de pósgraduação e pelo colegiado do curso de graduação.
Bibliografia
FREIRE, P. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010.
BECKER, F. A epistemologia do professor: o cotidiano da escola. Petropólis: Vozes, 2004.
BRUNER, J.S. Sobre a teoria da instrução. São Paulo: PH, 2006.
DUARTE, N. Vigotski e o aprender a aprender: crítica às apropriações neoliberais e pós-modernas da teoria vigotskiana. Campinas: Autores Associados, 2006.
FREIRE, P.; SHOR, I. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008.
FREIRE, P. Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Olho d`água, 2009.
GAI, D.N.; NAUJORKS, M.I. Inclusão: contribuições da teoria sócio-interacionista à inclusão escolar de pessoas com deficiência. Educação – Revista do Centro de Educação, Santa Maria: s.n, v.31, n.2, p. 413-428, 2006.
MACACCHERO, N. B. O déficit especificamente lingüístico e a teoria da aquisição da linguagem. Saúde, Sexo e Educação, Rio de Janeiro: IBMR, XIV, n.37, p. 30-35, ago. 2005.
NÓVOA, A. Paulo Freire, vida e obra. 2006. Disponível em: http://www.paulofreire.org/vida_obra_textos.htm.
PUCCI, B. (org.). Teoria crítica e educação: a questão da formação cultural na Escola de Frankfurt. Petrópolis: Vozes, 2007.
RÉGNIER, N. M. A.; MONIN, N. Da teoria dos campos conceituais à didática profissional para a formação de professores: contribuição da psicologia e da sociologia para a análise de práticas pedagógicas. Educação Unisinos, São Leopoldo: Unisinos, v.13, n.1, p. 5-16, jan./abr.2009.
Estudos bakhtinianos
Emenda: O curso pretende apresentar uma visão geral dos estudos bakhtinianos, apresentando inicialmente alguns aspectos biográficos de Bakhtin e o Círculo, e desenvolvendo a compreensão a respeito de alguns conceitos basilares como dialogismo, discurso e interação, além de autoria, compreensão ativa, responsividade, arquitetônica, exotopia, cronotopo e polifonia. A base teórica será explorada através do estudo de resultados de pesquisas de fundamentação bakhtiniana.
Bibliografia
BAJTÍN, M. M. El método formal en los estudios literarios. Madrid: Alianza, 1994.
BAKHTIN, M. M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1992.
BAKHTIN, M. M. (1920-1974). Estética da Criação Verbal. (Edição traduzida a partir do russo). São Paulo: Martins Fontes, 2003.
BAKHTIN, M. M. Para uma filosofia do ato responsável. São Carlos: Pedro & João Editores, 2010.
BAKHTIN, M. M. Problemas da poética de Dostoievski. São Paulo: Forense, 1997.
BAKHTIN, M. M. Questões de literatura e de estética. São Paulo: UNESP, 1993.
BAKHTIN, M. M. Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François
Rabelais. São Paulo: Hucitec; Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1999.
TIHANOV, G. The Master and the Slave: Lukács, Bakhtin, and the Ideas of Their Time, Oxford: Clarendon Press and New York: Oxford UP, 2000.
TIHANOV, G. (Org.). A History of Russian Literary Theory and Criticism: The Soviet Age and Beyond, Pittsburgh: University of Pittsburgh Press, 2011.
TIHANOV, G. Enlightenment Cosmopolitanism. London: Legenda, 2011.
TIHANOV, G. In the Master’s Absence. Manchester and New York: Manchester UP, 2004.
TIHANOV, G. Materializing Bakhtin: The Bakhtin Circle and Social Theory. London and New York: Macmillan and St. Martin’s Press, 2000.
Estudos Filológicos
Emenda: Filologia: conceito, delimitação, objeto e funções. Ciências auxiliares: paleografia e codicologia. Tipos de edição de texto. Análise de características paleográficas e codicológicas de textos, manuscritos ou impressos. Estudos filológicos de documentos do português preferencialmente produzidos em Mato Grosso a partir do século XVIII.
Bibliografia
ABREU, C. de. Caminhos antigos e povoamento do Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira: Brasília: INL, 1975.
ACIOLI, V. L. C. A escrita no Brasil Colônia: um guia para a leitura de documentos manuscritos. Recife: Massangana/Fundação Joaquim Nabuco, 2003.
AMARAL, A. O falar caipira. São Paulo: Anhembi/HUCITEC, 1976.
ANDRADE, E. A. de. Cotejo de manuscritos do século XIX. In: Caligrama: revista de estudos românicos, nº19, ISSN 0103-2178. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2011, p. 1-23.
ANDRADE, E. A. de. Aspectos paleográficos em manuscritos dos séculos XVIII e XIX. In: Filologia e Linguística Portuguesa, nº 10/11, ISSN 1517-4530. São Paulo: FFLCH/USP, 2010, p. 149-172.
ANDRADE, E. A. de; KRAUSE, M. M. C. de A.; TONIAZZO, C. L. Edição de manuscritos: características paleográficas. In: Revista Polifonia. Ano 17, nº 19, ISSN: 0104-687X. Cuiabá: EdUFMT, 2009, p. 43-58.
ANDRADE, E. A. de. Estudo paleográfico e codicológico de manuscritos dos séculos XVIII e XIX: edições fac-similar e semidiplomática. Tese de Doutorado, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2007.
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MARQUILHAS, R. Norma gráfica setecentista: do autógrafo ao impresso. Lisboa: INL-CLVL, 1991.
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SANTIAGO-ALMEIDA, M. M. Aspectos fonológicos do português falado na baixada cuiabana: traços de língua antiga preservados no Brasil (Manuscritos da época das bandeiras, século XVIII). São Paulo: USP, 2000.
SILVA, R. V. M. e. Ensaios para uma história do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2004.
SPAGGIARI, B.; PERUGI, M. Fundamentos da crítica textual. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.
SPINA, S. Introdução à Edótica: crítica textual. São Paulo: Editora Cultrix, 1977.
Formação de professores de línguas
Emenda: Panoramas contemporâneos da formação e profissionalização docente nos diversos níveis de ensino. Apresentação das contribuições da Linguística Aplicada à formação do professor de línguas. Formação de professores com base em práticas de letramentos.
Bibliografia
ALMEIDA FILHO, J. C. P. O professor de língua(s) profissional, reflexivo e comunicacional. In: Horizontes de Linguística Aplicada, v. 4, julho-dez., Brasília: Editora da UnB, 2004.
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STREET, B. Literacy in Theory and Practice. Cambridge: Cambridge University Press, 1984
Língua e cultura
Emenda: Relações entre língua, cultura e sociedade. Interculturalidade, multilinguismo, plurilinguismo, bilinguismo e outras abordagens da diversidade linguística, cultural e do contato entre línguas. Panorama da diversidade linguística existente no Brasil e em Mato Grosso.
Bibliografia
ADELAAR, W. F. H. La diversidad lingüística y la extinción de las lenguas – In: QUEIXALÓS, F.; RENAULT-LESCURE, O. (Org). As línguas amazônicas hoje. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2000. p. 29-36
ALBÓ, X. Cultura, interculturalidade, inculturação. São Paulo: Edições Loyola, 2005.
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CALVET, Louis-Jean. As políticas linguísticas. São Paulo: Parábola Editorial: Ipol, 2007.
CRYSTAL, D. A revolução da linguagem. Rio de janeiro: Jorge Zahar, 2005.
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KRAMSCH, C. Language and Culture. Londres: Oxford University Press, 2005.
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Linguagem e subjetividade
Emenda: Linguagem e subjetividade em diferentes vertentes discursivas. As formas de inscrição do sujeito em diferentes enunciados. Articulação entre linguagem e subjetividade nas relações dos sujeitos com as línguas materna (LM) ou segunda língua (L2).
Bibliografia
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VOLÓSHINOV, V. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. São Paulo: Editora 34, 2017.
Linguística Aplicada
Emenda: Linguística Aplicada: origem e relação com outras disciplinas. Controvérsias acerca do estatuto da Linguística Aplicada. Domínios da Linguística Aplicada. Linguística Aplicada, Pesquisa e Ensino
Bibliografia
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SIGNORINI, I. (Org.) Língua(gem) e identidade. Campinas: FAPESP/FAEP/Unicamp & Mercado de Letras, 1998, 213-230.
Teorias de Ensino-Aprendizagem de Línguas
Emenda: Panorama do ensino-aprendizagem de línguas (materna e adicional), em contextos diversos. Abordagens contemporâneas de ensino, abarcando historicamente os diferentes paradigmas de ensino, até as concepções mais atuais na Linguística Aplicada.
Bibliografia
ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas: Pontes, 2002.
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VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
Teorias de letramentos
Emenda: A proposta da disciplina consiste em estudos teóricos dos estudos de letramento com foco nos seus diversos conceitos. Compreender língua como prática social em contextos presencial e digital de uso da linguagem. Pensar na relação letramentos, identidades e poder nas suas diferentes vertentes com o objetivo de refletir sobre suas contribuições para uma mudança paradigmática nas práticas docente em sala de aula.
Bibliografia
COPE, B.; KALANTIZIS, M. (Eds.) Multiliteracies: Literacy Learning and the Design of Social Futures. London, New York: Routledge, 2000.
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JESUS, D. M.; CARBONIERI, D. (Org.). Práticas de multiletramentos e letramento crítico: outros sentidos para a sala de aula de línguas. Campinas: Pontes, 2016.
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TAKAKI, N. H.; MONTE MOR, W. (Org.). Construções de sentido e letramento digital crítico na Área de Línguas/Linguagens. Campinas: Pontes, 2017.
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KNOBEL, M.; LANKSHEAR, C. A. New Literacies Sampler. New York: Peter Lang Publishing, 2007.
Teorias do discurso
Emenda: A constituição do discurso como campo do conhecimento. Estudos do discurso versus análise do discurso. Perspectivas de pesquisa nos estudos linguísticos e nas ciências sociais e humanidades.
Bibliografia
COX, M. I. P.; BARONAS, R. L. Estudos do discurso de/em Mato Grosso. Cuiabá: EdUFMT, 2014.
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PINTO, J. P.; FABRÍCIO, B. F. (Orgs.) Exclusão social e microrresistências: a centralidade das práticas discursivo-identitárias. Goiânia: Cânone, 2013.
OLIVEIRA, L. A. (Org.). Estudos do discurso: perspectivas teóricas. São Paulo: Parábola, 2013.
SAID, E. W. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
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Emenda: Panorama das diversas perspectivas teóricas no campo da ciência da linguagem. As principais “correntes” ou “escolas” da linguística moderna: estruturalismo, gerativismo e funcionalismo. Teorias da cognição, texto e discurso.
Bibliografia
BENVENISTE, E. Problemas de linguística geral. Campinas: Pontes, 2006a.
BENVENISTE, E. Problemas de linguística geral II. Campinas: Pontes, 2006b.
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ROBIN, R. História e linguística. São Paulo: Cultrix, 1977.
FARACO, C. A. Linguagem e diálogo: as ideias linguísticas do Círculo de Bakhtin. Curitiba: Criar, 2003.
FIORIN, J. L. As astúcias da enunciação: as categorias de pessoa, espaço e tempo. São Paulo: Ática, 1996.
MUSSALIM, F., BENTES, A. C. (Orgs.). Introdução à linguística: fundamentos epistemológicos. v. 3. São Paulo: Cortez, 2004.
SAUSSURE, F. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 1997.
SAUSSURE, F. Escritos de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 2004.
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Emenda: Discussão de aspectos avançados dos estudos linguísticos não contemplados nas disciplinas regulares. Referências: Bibliografia variável, de acordo com os temas abordados.
Tópicos avançados em estudos linguísticos II
Emenda: Discussão de aspectos avançados dos estudos linguísticos não contemplados nas disciplinas regulares. Referências: Bibliografia variável, de acordo com os temas abordados.
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Emenda: Discussão de aspectos avançados dos estudos linguísticos não contemplados nas disciplinas regulares. Referências: Bibliografia variável, de acordo com os temas abordados.
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Emenda: Discussão de aspectos avançados dos estudos linguísticos não contemplados nas disciplinas regulares. Referências: Bibliografia variável, de acordo com os temas abordados.